sábado, 11 de janeiro de 2014

Chile - Viña del Mar

A viagem para Viña del Mar era um passeio que já estava fechado em nosso pacote, porém é totalmente padrão, se for para o Chile conheça também Viña del Mar e Valparaíso. Então fomos nós lá! A agência que nos levou até lá foi a TurisTour, onde o mesmo havia guia que falava em Espanhol, Inglês e falava um pouco do Português. Dava para entender tudo tranquilamente.


Nossa viagem começou ele explicando um pouco sobre o Chile como um todo, que é um país que possui uma extensão vertical muito grande, porém a horizontal é bem restrita. Disse também que é um local que a cada 30 anos o país passa por um terremoto de grande escala.

O caminho para Viña del Mar é cheio de vinícolas e plantação de abacates. Um caminho bem tranquilo. As rodovias são bem sinalizadas.


O centro da cidade de Viña del Mar não é tão bonito, porém os lugares mais próximas ao mar são cheio de flores, assim, mais limpos e mais graciosos.



Nossa primeira parada foi em um parque chamado de "Quinta Vergara". Esse é um parque muito bonito, onde existe dentro a ex casa (conhecida como "Palácio Vergara") do fundador de Viña del Mar, José Francisco Vergara.



Uma coisa muito famosa que existe dentro desse parque é o Anfiteatro Quinta Vergara, um lugar extremamente grande e o evento mais famoso que lá ocorre é o "Festival Internacional de la Canción de Viña del Mar", onde a primeira grande apresentação foi em 1960 e desde então é símbolo do evento. Em 2002 o local foi remodelado e hoje tem capacidade para 15.000 pessoas.




Uma observação que quero compartilhar é que no Chile há muitos cachorros nas ruas, bem parecido com o Brasil, porém o que difere do Brasil é que aqui os cachorros de rua são magrelos, feios, mal tratados. Mas no Chile não, os cachorros, embora de rua, são gordos, bonitos, pelos brilhantes... acredito que o povo chileno, cuidam bem ou pelo menos não mal tratam os cachorros de rua. O Brasil poderia seguir esse exemplo também!




Esse é o Palácio Quinta Vergara, hoje impossibilitado de entrar por conta da fragilidade que o lugar se encontra após um terremoto, porém antes o lugar foi comprado pela prefeitura e era destinado a obras de arte.





Por todo o parque você encontra várias esculturas e muita arte. O lugar é limpo e os chilenos tem bastante cuidado com o local, símbolo da história local.



Continuamos nosso passeio e Viña del Mar foi se apresentando bem parecido com o Brasil, nada de tão diferente.


Mas uma das minhas grandes expectativas desse local estava por chegar, um moai (Rapa Nui). Eu tenho uma vontade imensa de ir para a Ilha de Páscoa, e mesmo muitos dizendo que não há nada lá embora o Rapa Nui que conheci em Viña del Mar, me fiz uma promessa de um dia ir lá, pois essa visita apenas me atiçou a curiosidade. Essa estátua foi um presente para Viña del Mar e pertence ao museu Fonck (local branco ao lado). 


Essa estátua veio diretamente da Ilha de Páscoa, onde ninguém tem o conhecimento de quem os fez (detalhes do lugar, quando eu for para lá! rs). Mas é extremamente curioso quão perfeito foi a modelagem dessa estátua.. enfim, só me deixou com mais vontade!






Gosto de tirar fotos com as placas para que tenhamos noção que a sinalização é uma para todos. Pelo menos no Chile a sinalização é bem parecida com a brasileira.


Abaixo segue o Casino Municipal de Viña del Mar. Não chegamos a entrar, apenas vimos pelo lado de fora, mas parece ser um lugar muito bonito. Foi inaugurado em 1930.



Existe uma construção muita famosa em Viña del Mar, chamada Castelo Wulff. O castelo está na beira do oceano e foi construída a pedido do Sr. Gustavo Wulff, mas foi remodelada com o passar dos anos até chegar o que conhecemos hoje, com uma arquitetura bem parecida com um castelo. Hoje é um patrimônio histórico da cidade. É possível entrar no local, mas nós vimos apenas de longe (uma pena!).



Aqui começa meu primeiro contato visual com o oceano pacífico. Para quem a vida inteira teve contato apenas com o oceano atlântico, é legal saber que você conheceu um outro oceano, ou seja, começou a ver aquilo que a sua professora de geografia vivia falando.







Paramos para almoçar em Viña del Mar antes de seguir viagem. Um lugar bem bonitinho e bem aconchegante esse.





Aqui experimentei o famoso abacate como comida (e não fruta). Esse era um abacate com um tipo de maionese de frango, acompanhado com um delicioso vinho tinto. MARAVILHOSO! Adorei o abacate como comida e simplesmente tirei esse preconceito. Muito bom, recomendo!


Na frente do restaurante há uma praia, e foi nesse momento que pude ter um contato com o pacífico. É extremamente mais gelado que o oceano atlântico. Não entrei (muito frio), mas já valeu a pena!












Toda vez que via essa placa ficava com medo (área com risco de tsunami).



E para finalizar o passeio por Viña del Mar, o famoso relógio de flores. infelizmente não paramos, porém de longe pude notar que é bem bonito, igual o de Poços de Caldas, aqui no Brasil, mas é muito maior que o daqui.


Por aqui me despeço de Viña del Mar. Um lugar muito bonitinho, bem cuidado, que vale uma manhã para conhecer. Embora muito importante para o turismo do Chile, não há nada para se passar uma longa temporada aqui. O que sei é que o lugar no verão bomba por conta da praia, mas para nós brasileiros que temos um imenso litoral, não sei se seria de muita utilidade. Mas gostei de conhecer e acredito que se passar por Santiago, conheça Viña del Mar! #ontheroad

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